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Jayme é contra fundo partidário e defende que candidatos financiem a própria campanha

09 Dez 2019 - 09:23

Da Redação - Vinicius Mendes - OLHAR DIRETO

Jayme é contra fundo partidário e defende que candidatos financiem a própria campanha

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

O senador Jayme Campos (DEM) afirmou que é contra a existência de fundo partidário e defende que quem quer ser candidato que financie a própria campanha. O parlamentar também afirmou que é contra o pagamento de alguns benefícios a membros do Congresso Nacional e do Poder Judiciário, principalmente em um momento de crise.
 
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O Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro (PSL), abrindo brecha para o aumento do fundo eleitoral no próximo ano. O veto foi feito pelo presidente da República ao artigo da minirreforma eleitoral, não permitindo que o valor do fundo eleitoral tivesse como teto o total de emendas da bancada estadual, que em 2020 serão de R$ 6 bilhões, cerca de R$ 5,3 bilhões a mais do que os R$ 1,7 bilhão que atualmente abastece os partidos. O senador Jayme Campos afirmou que é contra a existência do fundo eleitoral.
 
“Eu particularmente sou contra, acho que não tinha que ter fundo partidário coisíssima alguma, quem quisesse ser candidato que seja com recursos próprios ou doações de quem quer que seja, agora, não deve o tributo recolhido dos cofres do Governo Federal ser repassado ao fundo partidário, eu vou votar contra se este processo estiver em votação no Senado”.
 
O senador ainda afirmou que também é contra o pagamento de outros benefícios a senadores, deputados ou magistrados, principalmente quando se considera o momento de crise que o país enfrenta.
 
“Como ontem eu assinei um projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS), que é acabar o pagamento de hotel, carro, a senadores, deputados federais e juízes, eu sou a favor que acabe com tudo. Eu acho que em um momento de crise, que o Brasil precisa de dinheiro para tudo, para educação, saúde, segurança, agora, R$ 3,8 bilhões que está previsionado a fundo partidário, eu acho que isso é um escárnio, é muito ruim para o país, não dá nenhum bom exemplo, eu sou favorável que acabe-se com fundo partidário”.

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