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Idosa de 93 anos apresenta sinais vitais depois de 8h de velório e médicos confirmam que ela estava viva

09 Out 2021 - 14:04

Max Aguiar - olhardireto

Uma história, que mais parece filme ou novela antiga, aconteceu nesta sexta-feira (8), na pacata Guiratinga, município do interior de Mato Grosso, próximo a Rondonópolis. Uma idosa de 93 anos, que estava sendo velada no galpão de uma igreja, apresentou sinais vitais depois de oito horas de velório.

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Quem contou a história com muito humor e até um pouco de pavor foi o ator global Ataide Arcoverde, usando suas redes sociais. A morte de Carolina Lopes de Almeida, 93 anos, a dona Caluzinha, como era conhecida, aconteceu por volta das 07h20, logo o assunto correu a cidade. 

A idosa chegou a ficar oito horas no caixão, com algodão na boca e no nariz. Mesmo assim, segundo Ataide, alguém que estava no velório percebeu que o corpo de Caluzinha não estava frio. O povo chegou a pensar que seria por conta do calor, mas logo perceberam que ela estava com pulso, ou seja, mesmo velada, estava com sinais vitais. 

Com muito humor, Ataide ainda disse: "Oito horas depois do velório rolando, eis que alguém pega na mão de dona Caluzinha e dona Caluzinha dá uma piscada. Bom, o resto você sabe. Metade correu do velório e outra metade correu para saber se a idosa estava viva mesmo", contou o ator. 

Segundo informações do site Gazeta Digital, os parentes de dona Caluzinha quando observaram o seu corpo quente, prefiraram procurar a ajuda de profissional, mas a chegada do médico e a retirada da idosa dada como morte, levada no caixão, para o hospital deixaram todos polvorosos. Católica, dona Caluzinha sofria de Alzheimer há cerca de 20 anos. Tinha uma saúde debilitada, porém era muito bem cuidada pela família.

Porém, mesmo após o alívio pela notícia que dona Caluzinha estava viva, algumas horas depois foi novamente confirmada a morte da idosa, e dessa vez por outros médicos. Sendo assim, Caluzinha foi enterrada em Guiratinga, mas sempre ficará viva na lembrança dos moradores que irão contar por muito tempo a história da mulher que morreu, viveu e depois morreu de novo. 

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